OS PERIGOS DOS HÁBITOS ALIMENTARES OCIDENTAIS

Nós últimos anos, a população ocidental industrializou muito sua alimentação, aumentando o consumo de aditivos químicos, como conservantes e corantes. O consumo de açúcar, farináceos, gordura, gordura vegetal e sal (e junto com este, o sódio) então nem se fala…

Paralelamente a isso, as estatísticas sobre o aparecimento de doenças só cresceram, colocando o sobrepeso, a obesidade, as doenças cardíacas e os problemas de pressão arterial, o aumento de riscos de vários tipos de câncer e o diabetes no hall das doenças modernas. Para agravar ainda mais os efeitos dessa alimentação prejudicial, o sedentarismo e o estresse também tornaram-se hábitos que contribuem para a potencialização do aparecimento destas doenças.

No entanto, nem todos os hábitos alimentares ocidentais são ruins. Temos bons exemplos como a Dieta Mediterrânea, regada a azeite, tomate, vegetais verde-escuros, grãos e cereais integrais e peixe. Além da própria Zone Diet, que surgiu nos Estados Unidos como uma nova perspectiva sobre alimentação saudável, trazendo a Nutrição Anti-inflamatória e o controle hormonal por meio da alimentação.

Outra ponto interessante a se destacar relacionado a alimentação é que uma dieta sempre deve seguir as características da cultura onde ela será aplicada, ou seja, deve ser personalizada. Podemos citar como exemplo os japoneses, cuja comida é muito saudável, porém, se um esquimó viver de comida japonesa, talvez desenvolva pressão alta. Isso quer dizer que seres nascidos em uma região são mais tolerantes aos alimentos locais.